Posts de 3 de junho de 2010

Palmeiras, Cruzeiro e Inter. Sonham com Felipão. Mas palmeirenses e colorados têm o telefone de Adilson Batista…

hugh+hafner Palmeiras, Cruzeiro e Inter. Sonham com Felipão. Mas palmeirenses e colorados têm o telefone de Adilson Batista...

São dois técnicos para três clubes.

O mercado proporcionou para Luiz Felipe Scolari a primazia.

É a moça que pode escolher com que rapaz dançar.

Pode dançar novamente com Palmeiras ou Cruzeiro.

Ou tentar ritmos novos no Internacional.

A moça mais feia, Adilson Batista, vai escolher entre o que sobrar.

Desde que seja longe de Belo Horizonte.

A relação com o Cruzeiro desgatou a beleza dos dois.

As diretorias de Inter, Palmeiras e Cruzeiro suspiram de desejo por Scolari.

Mas sabem que são preteridas.

Ele prefere um clube italiano.

Quer realizar um velho sonho.

Usar o italiano que nasceu falando no Interior do Rio Grande Sul, com seus avós.

E voltar a mostrar o seu potencial como técnico.

Já ganhou o que tinha de ganhar até a terceira geração no Uzbequistão.

A hora é voltar a trabalhar em um clube competitivo.

Seu empresário português está trabalhando com seus contatos.

Felipão não quer países exóticos.

Nada de Turquia, Emirados Árabes.

Se não for na Itália, ou até voltar a trabalhar na Seleção Portuguesa, volta para o Brasil.

Ele disse que já está prometido a um clube.

O treinador tem palavra.

No Palmeiras há quem jure que a palavra que é o seu predileto no território nacional.

O Cruzeiro pode oferecer uma vida de luxo a Scolari.

E o Inter o levaria de volta para casa e ainda teria o gosto de amor proibido, por ter convivido com tanta felicidade com o Grêmio.

Como no Palmeiras os dirigentes se dividem até na hora de tomar um café, uma ala quer parar de sonhar e ficar com quem está na mão: Adílson Batista.

O medo é dispensar o treinador, que já foi até convidado para dirigir o clube há 10 dias, sonhando com Felipão e ele também não vir.

Esta ala está ganhando a queda de braço.

A diretoria do Internacional oferece a semifinal da Libertadores.

É um dote e tanto para Adilson virar o rosto.

Para ele também seria uma aventura com gosto de pecado.

A sua ligação com o Grêmio gerou frutos.

Esta é  a situação complicada.

Sempre é complicada quando existem dois para três pretendentes...

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Esse é o Ceará. Líder do campeonato mais difícil do mundo…

2277D671CDDA40A8995D14EC92977534 Esse é o Ceará. Líder do campeonato mais difícil do mundo...

Acordar líder do Campeonato Brasileiro...

Que sensação...

Nem o torcedor mais fanático do Ceará iria esperar esse prêmio logo no dia seguinte ao aniversário do clube.

Mas se fosse mesmo fanático, esse torcedor teria mais esperança.

PC Gusmão fez muito bem voltar ao clube.

Ele já sabia o caminho das pedras cearenses ao trazer de volta o time à Série A do Brasileiro, depois de 17 anos.

Montou uma equipe compacta, forte e muito veloz nos contragolpes.

Foi assaltada na Vila Belmiro contra o Santos.

Era caso não de programas esportivos, mas policiais.

Aqueles em que o sujeito de terno e gravata fica cobrando justiça ao prefeito, ao governador, ao,  presidente à Mulher Melancia.

Se não fosse esse empate, o time teria mais dois pontos significativos e importantes no final do Brasileiro.

Mas derrubar Fluminense de Muricy Ramalho e Unimed...

Cruzeiro, vice campeão da Libertadores...

E Vitória finalista da Copa do Brasil é empolgante.

Ontem, o valoroso Avaí ficou no caminho.

E veio a liderança.

Por trás há planejamento.

E dinheiro.

O time é competitivo, mas conta com boas peças.

Como Diego, Heleno, João Marcos,  Misael, Washington, Lopes...

Só tem de fugir dessa bobagem de passar excesso de humildade e espanto com a própria competência.

Típicas coisas que a mídia do 'eixo do mal', São Paulo e Rio de Janeiro costuma explorar.

Misael falar que está realizando o sonho dos seus pais, que é vê-lo na TV, será mais comentado do que o seu bom futebol.

Que os investimentos continuem.

A torcida apaixonada cearense merece um time forte brigando pelo título.

Que PC Gusmão segure o ímpeto de trocar de times como troca de agasalhos, isso prejudica demais a sua carreira.

Que ninguém perca o foco de que o Brasileiro está no começo.

E que a diretoria do Fortaleza engule em seco e siga o caminho do rival.

Ceará merece dois times fortes na Série A.

Mesmo torcendo para o rival, qualquer cearense acordou um pouquinho mais orgulhoso.

Em qualquer lugar do mundo.

E como tem cearense espalhado por esse planeta.

Todos felizes, com a vida um tiquinho menos sofrida.

É ótimo ser líder do Campeonato Brasileiro...

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Kléber não tem ideia do que o espera no Palmeiras…

 Kléber não tem ideia do que o espera no Palmeiras...

O último jogador a voltar ao Palmeiras declarando amor eterno foi Vagner Love.

O atacante mostrou seu coração à torcida flamenguista ontem, depois de marcar o gol da vitória do seu time contra quem?

Ah, o Palmeiras...

Kléber tem uma relação intensa, nunca vista com nenhum jogador do atual time com a torcida.

Principalmente a organizada.

Chorou com chefes torcedores quando a Traffic resolveu não investir na sua contratação.

Jota Hawilla foi aconselhado a Luxemburgo que deveria colocar seu dinheiro em Keirrison.

A patrocinadora adorou porque realmente, o jogador do Coritiba deu um lucro imenso.

Só que o Palmeiras ficou sem Kléber e Keirrison.

Kléber havia jurado aos torcedores que 'um dia voltaria'.

Ele foi um garoto com infância sofrida.

O complexo de rejeição foi uma constante.

No futebol, o São Paulo, de acordo com a sua visão, virou-lhe as costas.

Quando tinha certeza que iria ser muito utilzado, acabou sendo vendido para a Ucrânia.

Forçou situações para voltar para o futebol brasileiro.

Seu empresário o ofereceu ao Corinthians e Flamengo.

Luxemburgo o queria no Santos.

Quando foi para o Palmeiras aprovou a sua contratação.

E houve um amor imediato da torcida.

Os gols, a raiva, a força com que disputava cada bola acabaram por encantar os palmeirenses.

Era como se o amor bandido de Edmundo tivesse voltado.

No entanto, era preciso comprá-lo do Dínamo de Kiev.

E Jota Hawilla não quis gastar com um jogador de 25 anos, o limite para a Traffic é atleta de 23 anos.

Ele foi, contrariado, para o Cruzeiro.

Kléber teve até uma evolução técnica em Belo Horizonte.

Merecia brigar pela seleção brasileira.

Chegou ao vice-campeonato da Libertadores da América, em 2009.

Só que a partir daí passou a brigar constantemente com seus companheiros.

Queria neles a mesma raça que tem.

Criou um ambiente ruim para ele mesmo.

Acabou quase sendo vendido para o futebol português.

Não passou nos exames médicos.

Voltou, enfrentou o púbis e a vontade de sair do Cruzeiro.

O time foi eliminado neste ano de outra Libertadores.

E nova discussão com companheiros.

Seu empresário negociou a sua ida para o Flamengo.

A diretoria mineira queria dinheiro antecipado, conhecendo as dívidas do clube carioca.

Lógico que a resposta foi não.

Mas a obsessão palmeirense pelo jogador continuou.

Mal a diretoria conseguiu fechar com um novo patrocinador, exigiu o dinheiro para trazer Kléber de volta.

A administração de Belluzzo está sendo fracasso.

O time não conseguiu nenhum título.

Nada.

Apesar de economista, o clube está endividado.

Tem atrasado direitos de imagem dos atletas.

Perdeu Vagner Love e Diego Souza para a torcida.

Antônio Carlos e Robert para uma saída de madrugada no Rio.

A equipe é fraca.

Seu potencial é para ser rebaixada.

Marcos já deu sua sincera visão.

"Kléber não é Deus", disse, após a derrota para o Flamengo.

Não é mesmo.

Se fosse não teria vencido apenas um Campeonato Mineiro pelo Cruzeiro.

A dois meses de fazer 27 anos deverá mesmo chegar ao Palmeiras, graças ao novo patrocinador.

A diretoria promete uma festa.

Uma alegria entre tantas tristezas.

Agora, a missão de Belluzzo é trazer de volta Valdívia.

Mas o palmeirense quer muito mais do que o meia chileno.

Quer o amor próprio.

Ter um time vencedor, com um projeto profundo, que inspire confiança.

Está cansado de ser motivo de chacota.

Depois de três meses, após a derrota diante do Flamengo, o bem intencionado Seraphim del Grande deixou o comando do futebol.

Aguentou 90 dias.

Os vários grupos políticos continuam divididos e se sabotando.

Mas o presidente não vê ou finge que não vê.

Quer é comemorar a contratação do atacante.

Vai apresentá-lo, posar ao lado dele nas fotos, como sempre fizeram os presidentes com times em crise.

Alberto Dualib, do Corinthians, era especialista nestas ocasiões.

O truque não se sustenta.

Acabou a ingenuidade.

"Kléber não é Deus", Belluzzo...

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