Publicado em 04/05/2010 às 06h33
A loira que travou o Santo André. Atrapalhou tanto, ou mais, que Neymar e Ganso…

Bonita, loira, corpo malhado e com uma enorme trança.
Poderia ser modelo, atriz, cantora.
Com esse perfil, Maria Eliza Correia Barbosa encanta o comando da arbitragem e da própria Federação Paulista de Futebol.
Senhores com mais de 50 anos...
Desde Eduardo José Farah, há uma obsessão em São Paulo.
Colocar a mulher de qualquer maneira no futebol profissional.
No começo, Farah tentou copiar as cheerleaders americanas.
Foi um desastre, um acinte.
Várias adolescentes dançando como se estivessem num cabaré.
Ouvindo palavrões dos torcedores.
Os dirigentes dos clubes ficavam constrangidos, mas tinham medo de enfrentar Farah.
Seu sucessor, Marco Polo del Nero é mais discreto.
Ainda há torcedoras/bailarinas com pompons em algumas partidas.
A cena é dispensável e só depõe contra as mulheres brasileiras, já que a imagem é mostrada para o mundo.
Tudo é gratuito, sem sentido.
Mas a obsessão pelas mulheres continuou.
E dentro de campo.
Com a bandeira Ana Paula de Oliveira.
Morena, alta, bonita e também prendia os longos cabelos em uma trança enorme.
O Comitê de Arbitragem de São Paulo tinha planos de transformá-la em árbitra central internacional.
Só que as fotos para a Playboy fizeram o projeto naufragar.
Ana era uma boa bandeira.
Teve o erro clássico contra o Botafogo que marcou sua carreira.
E depois ela enfrentou um problema de saúde.
Não conseguiu mais passar nos fortes exames físicos exigidos pela Fifa.
E desistiu, resolveu seguir a carreira de repórter.
Sem Ana Paula, o desespero de procurar outra musa.
E por que não, depois da morena, uma loira?
Maria Elisa demonstrou talento como bandeira.
E também uma grande insegurança.
Mas mesmo assim, sempre teve apoio, incentivo.
Até que veio o grave erro no domingo.
Marcou impedimento inexistente que impediu o Santo André de marcar um gol.
Em uma final.
Se o time do ABC ganhasse não por 3 a 2, mas por dois gols de vantagem seria o campeão paulista.
A desculpa que ela deu foi fácil, sem humildade, de má vontade.
"Vi pela televisão que não tinha ninguém impedido.
Pela televisão é fácil.
Mas o que aconteceu foi aos 16 minutos do primeiro tempo.
Não foi determinante no jogo."
Não?
Pergunte à direção do Santo André.
Pergunte a Sérgio Soares. Aos jogadores do Ramalhão.
Ao próprio Dorival Júnior.
Aos atletas do Santos.
Só foi irrevelante para a Federação Paulista.
Mas mulher bonita tudo pode.
Ainda mais quando é contra time pequeno.
Para o Comitê de Arbitragem, Maria Elisa foi muito bem.
E será bandeira de outras partidas importantes.
Vale lembrar que ela já recusou sondagem da Playboy.
Ninguém é machista neste blog.
Mas se os homens erram e são afastados, mulheres bonitas também devem ser.
Ainda mais quando têm influência tão decisiva na final de um campeonato.
O Santo André poderia ser campeão paulista se não fosse o erro.
Ninguém vai saber o que aconteceria se a justiça fosse feita e o gol confirmado.
Sérgio Soares e seus jogadores foram avisados do erro e perderam a concentração, os nervos.
O alto comando da Federação Paulista não pode continuar a se encantar pelas mulheres bonitas que aparecem.
Do jeito que as coisas estão, se Alinne Moraes decidir apitar, será árbitra na Copa do Mundo de 2014, indicada pela FPF...
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