
Muricy Ramalho havia previsto o que esta acontecendo no Palmeiras.
O treinador quando foi demitido explicou claramente ao presidente Belluzzo que o problema do clube é jogadores.
Sem uma reestruturação de verdade no elenco, a diretoria deveria esperar o pior possível.
O ex-treinador era contrário à esta política de trazer jogadores veteranos, rodados, para tentar da experiência ao time.
"O que é barato agora, sai mais caro na frente", repetia.
A acusação de Muricy era uma defesa.
Jogadores veteranos era 0ferecido a ele às pencas.
Sobrava em idade e faltava em qualidade.
O tempo passou e o Palmeiras continua ligado ao passado.
Belluzzo já liberou a procura para recontratar Valdívia e Kléber.
Seja quem for o treinador.
Não importa se os clube não queiram se livrar dos seu jogadores.
A ordem é continuar insistindo.
Belluzzo os quer ver trabalhando sob o comando de Luiz Felipe Scolari.
O técnico encerrou hoje a sua aventura no Uzbequistão.
Se desligou do time do Bunyodkor.
Dirigentes se alternam jurando que já conseguiram dele a promessa que, se voltar ao futebol brasileiro, será para o Palmeiras.
Mas ninguém tem a certeza que ele realmente queira voltar.
Ele irá comentar a Copa do Mundo para uma tevê sul-africana.
Teve vários convites para falar sobre o mundial para sites e tevês brasileiras.
Sempre negou para não ofender ou pressionar Dunga.
Palmeiras não é prioridade na sua vida.
Ele quer receber propostas de equipes européias.
Seu empresário português trabalha para isso.
Só se nenhuma delas o agradar ele vai pensar no Palmeiras.
Enquanto isso, o clube de Belluzzo está estacionado.
Parado.
Com os jogadores veteranos que Muricy não queria.
A cada derrota como ontem no clássico para o São Paulo, outra vez a hora de olhar o album de recordação.
Triste diretoria que parou no tempo e trava o Palmeiras no passado...
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