08 fev
18:14
O exílio de Petkovic termina no Flamengo. A tempo de dar a volta olímpica…

A direção do Flamengo anunciou que o afastamento de Petkovic termina sexta-feira.
Patrícia Amorim conseguiu evitar a dispensa depois da forte discussão que ele teve com o vice Marcos Braz.
E também os R$ 8 milhões que o Flamengo lhe deve também contribuíram para a paz.
De maneira bem sutil e discreta foi decretado: o seu exílio terminará na sexta-feira.
Bastou o anúncio para a grande pergunta na Gávea ser: Pet jogará ou não contra o Botafogo?
Há duas vertentes e elas apontam para o mesmo caminho.
Há um grau de confiança enorme na sede do clube.
De que o Botafogo será superado.
E que a presença de Pet não é indispensável nesta semifinal.
Os aliados do vice Marcos Braz acreditam ser uma medida inteligente manter Pet fora da lista dos convocados para o jogo.
Com isso ficaria claro quem manda.
E quem tem o direito de falar palavrões.
O dirigente e não o sérvio.
E na final seria em clima de final de novela.
Pet liberado para ajudar na conquista da Taça Guanabara, que o Flamengo também é favorito.
Os inseguros defendem a liberação de Pet já para a partida contra o Botafogo.
Ele ficaria no banco de reservas na quarta-feira de Cinzas.
Só por garantia.
Medo do Botafogo não há.
Porque punido ele já foi.
A bem da verdade, Pet não venceu mesmo essa briga.
O experiente meia teve de pedir desculpas ao grupo por ter ido embora no intervalo do clássico contra o Fluminense.
Os companheiros estranharam, ficaram constrangidos com o comportamento egoísta dele ao ser substituído.
E ele treinou sozinho inclusive hoje.
Zico, a presidente Patrícia Amorim e Andrade acompanharam a constrangedora cena.
O time continuou sem perder, mas sentiu a sua falta.
É um desperdício não contar com ele.
As lições que ficaram nessa briga?
A primeira: ego não tem idade.
E que não é nada fácil um vice presidente mandar embora um ídolo a quem o clube deve R$ 8 milhões...












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