Contra dez jogadores, o Palmeiras de Muricy quis jogar vôlei…

chato1 Contra dez jogadores, o Palmeiras de Muricy quis jogar vôlei...

Um jogador a mais desde os oito minutos do primeiro tempo.

O adversário sem Roberto Carlos.

A entrada afoita do lateral deixou o jogo à feição do Palmeiras.

Isso se o time de Muricy tivesse outra jogada a não ser levantamento para a área.

Incrível a falta de imaginação da equipe palmeirense.

Não é possível o time treinar tanto e ficar à espera de a bola chegar na cabeça de alguém.

Muito pouco para Muricy.

Para o Palmeiras.

O recuo do Corinthians expôs toda a falta de imaginação, de talento, de técnica do time verde.

A ausência de Diego Souza o transformou em Pelé.

Ah, se ele estivesse em campo, diziam os torcedores na saída de campo.

Pura bobagem.

O problema do time é colocar a bola no chão.

Primeiro mandamento do futebol.

Mano Menezes queria ganhar pela primeira vez do Palmeiras.

E por isso antes de ver a expulsão infantil de Roberto Carlos, vibrou demais no gol de Jorge Henrique.

Tcheco levantou a bola e ...

Marcos falhou?

Marcos não falhou?

Edinho foi o responsável pelo gol?

Como o jogador campeão do mundo o deixou cabecear?

Agora começam as divergências...

Para o modesto dono do blog, Marcos não deveria ter iniciado a saída.

A bola não era dele, estava longe demais.

Os passos que deu para a frente se mostraram mortais.

E Edinho foi juvenil no lance...

Felipe fez boas defesas.

As principais foram em cima do goleiro corintiano.

Mas foi possível perceber o quanto Mano Menezes o protegeu.

Foram inúmeros treinamentos dos zagueiros e do time todo para travar a principal, e única, jogada do Palmeiras.

A bola aérea.

E com Ronaldo acompanhando a partida das tribunas, Jorge Henrique roubou a partida.

Se desdobrando em 15 em campo.

Marcou, atacou, travou chutes, fez tabelas, driblou, lançou.

E ainda fez o gol.

O Corinthians quebrou o tabu, venceu o Palmeiras.

O balanço do clássico.

Raça, consciência e serenidade.

Esses fatores serão importantíssimos para o Corinthians na Libertadores.

É injusto, com apenas dez jogadores, mas foi possível perceber a falta de entrosamento dos jogadores nos contragolpes.

Na hora da bola dominada.

Foi uma vitória para dar moral.

Já do lado palmeirense...

Só comemorar o fato de a venda de Deyvid Sacconi não ter dado certo para o Nantes.

O Palmeiras voltará a ter um meia criativo e corajoso.

Um clube tão grande e tão tradicional não pode ficar dependente de Diego Souza.

E das bolas levantadas para a área.

Acabaram todas as desculpas para Muricy Ramalho...