Publicado em 31/01/2010 às 22h31
Não há como não dormir feliz neste domingo. Por causa de Adriano… E do arrasador Flamengo…

Inesquecível o jogo do Maracanã.
Se em Erechim, o Inter de Fossati ganhou a partida de xadrex do Grêmio de Silas, o Maracanã viu uma partida deslumbrante.
Não importa se os dois times estiveram desarrumados taticamente.
O que valeu foi o poder ofensivo de um imperador chamado Adriano.
Com todos os problemas que ele cria para ele mesmo, ele deu mais colorido na noite do domingo no Rio de Janeiro.
O Fluminense de Cuca estava pronto para fazer o papel de vilão.
Com o argentino Conca abrindo espaços com a maior facilidade na defesa rubro-negra.
Os 3 a 1 do primeiro tempo poderiam ter se transformado em 6.
O time de Andrade estava dando toda a liberdade para o maior rival.
A torcida do Fluminense estava ensandecida e provocava o campeão brasileiro.
E Adriano.
Tem jogadores que não devem ser provocados.
O segundo tempo de Flamengo e de Adriano mereceu aplausos em pé.
Perdido por 3 a 1, perdido por 10 a 1.
O campeão brasileiro foi ainda mais para a frente.
Andrade não quis nem saber de se precaver.
Mesmo com Álvaro expulso aos 17 minutos.
Uma loucura!
E comprou a briga, o duelo.
A pressão que o Flamengo aplicou no Fluminense foi empolgante.
A sucessão de gols foi acontecendo e estarecendo quem assistia ao jogo.
Love mostrou mais uma vez que o bom futebol estava escondido no Palmeiras.
E foi o coadjuvante ideal.
Para Adriano brilhar.
O Flamengo brilhar.
O futebol brasileiro brilhar.
Os torcedores do Fluminense não têm motivo ou do que se envergonhar.
O Fla-Flu teve dois tempos.
No primeiro, o tricolor honrou aplicando uma surra doída no rival eterno.
O problema é que vieram os 45 minutos finais.
E Adriano...
Ave, Adriano...
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