27 nov
09:34
Quem confia (e quem não confia) no careca Héber Roberto Lopes?
Qual será o Héber Roberto Lopes que apitará domingo Goiás e São Paulo?
O que se fingiu de morto para não expulsar Danilo que deu um pontapé violentíssimo em Jorge Henrique, no Palmeiras e Corinthians?
Ou o que teve coragem de colocar para fora Maurício e Obina, os palmeirenses que brigaram no intervalo da partida contra o Grêmio?
O árbitro que surgiu no Paraná com a expectativa de ser o Colina brasileiro?
Chegando até a raspar a cabeça para que houvesse uma ligação imediata ao excepcional árbitro italiano?
Ou o Héber desesperado para provar a sua inocência em 2005. E que quase teve a carreira encerrada quando Edílson Pereira de Carvalho o acusou de favorecer os times do Rio por pressão da Comissão de Arbitragem?
O medo da diretoria do SãoPaulo era Carlos Eugênio Simon.
Héber Roberto Lopes é visto como um árbitro amadurecido.
Sem grandes arroubos.
Pelo contrário.
Nos últimos tempos tem se mostrado muito mais cauteloso.
Para expulsar ou marcar pênaltis.
Como uma Ofélia careca, só apita quando tem certeza...
A tendência é que controle o jogo.
Qualquer esbarrão será falta.
Gente importante da arbitragem paulista disse ao blog que ele tornará o jogo cadenciado, mais lento.
Isso será benéfico para o São Paulo que deverá ter várias faltas para usar a bola aérea.
Orientados pelo presidente Juvenal Juvêncio, técnico, jogadores e dirigentes não criticarão antecipadamente Heber Roberto Lopes.
O dirigente se lembra muito bem a confusão que marcou a última partida do Brasileiro de 2008 para o SãoPaulo.
Exatamente contra o Goiás, só que em Brasília, como me lembrou um internauta.
Da estranha história dos convites da Madonna para o árbitro Wagner Tardelli, levantada pelo presidente da Federação Paulista de Futebol.
O baiano Jaílson Macedo Freitas foi escalado no lugarde Tardelli, que processou o presidente Marco Polo del Nero.
E o São Paulo foi campeão com um gol de Borges.
O gol foi marcado em um escandaloso impedimento.
Quem gosta de teorias de conspiração teve um prato cheio.
Muito se falou que o São Paulo não queria que Tardelli apitasse a partida contra o Goiás e a partir daí teria surgido a história dos ingressos da Madonna.
Algo com o Código da Vinci...
A diretoria do Goiás posa de perseguida.
Diz que sempre foi prejudicada pelos árbitros.
É a velha pressão sobre o careca Héber.
De olho em tudo isso está o Flamengo.
Na Gávea e no Morumbi todos sabem e não falam.
A final do Brasileiro para o São Paulo será neste domingo.
Uma vitória diante do Goiás e o tetracampeonato está garantido.
O jogo contra o rebaixado, o humilhado Sport no Morumbi, será apenas para colocar a faixa.
É possível até tomar chope antes de entrar em campo...
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