Posts de 16 de novembro de 2009

Gols de Val Baiano revoltam dirigentes palmeirenses. Eles não perdoam favorecimento do Barueri ao São Paulo…

acorrentado Gols de Val Baiano revoltam dirigentes palmeirenses. Eles não perdoam favorecimento do Barueri ao São Paulo...

Os três gols que Val Baiano marcou contra o Botafogo provocaram queimação no estômago da diretoria do Palmeiras.

A relação entre o clube e os dirigentes do Barueri azedou de vez.

O presidente Belluzzo não engoliu a explicação que afastou Val Baiano e o goleiro René da partida contra o São Paulo.

O fato de ambos terem confirmado que o clube recebeu dinheiro, a famosa mala branca, do Cruzeiro para vencer o Flamengo.

Há a certeza no Palmeiras de que, se ambos tivessem atuado, o Barueri poderia ter vencido o time de Ricardo Gomes.

Ou ao menos empatado.

Não há dúvida para os dirigentes que a vida do São Paulo foi facilitada.

Como já há um enorme desgaste de Belluzzo depois das ofensas a Simon, ele resolveu se conter.

O presidente palmeirense será julgado amanhã pelo STJD e pode, na pior das hipóteses, ficar afastado do futebol por seis anos.

Mas nem seu pior inimigo acredita nisso.

O que importa é que sua imagem de dirigente moderno, que estava sendo talhada no Clube dos 13, foi muito afetada.

De que adianta apresentar maneiras de gestões modernas se um erro de juiz pode fazer com que aja como um torcedor descontrolado, prometendo dar tapas no árbitro?

O estrago ao perfil de Belluzzo como dirigente é irreversível.

E ainda seguindo por esse caminho que Palmeiras e Barueri se afastaram de vez.

Não houve o rompimento público, formal.

Mas o presidente do Barueri, Marcos Antônio Moreira de Almeida, que não precise de nada do Palmeiras.

Que negocie, de graça, o volante Ralf com o Corinthians.

Que faça o que quiser com seu bom elenco.

A ordem no clube é não ter contato com o Barueri.

A diretoria palmeirense não perdoa os afastamentos de Val Baiano e René contra a partida diante do São Paulo.

Contra o Internacional seria ‘para disfarçar’.

A revolta no Palestra Itália ainda é enorme...

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Não foi vontade de vencer. Foi revolta de Hugo. Ele se sente rejeitado no São Paulo.

dado cosme Não foi vontade de vencer. Foi revolta de Hugo. Ele se sente rejeitado no São Paulo.

Há explicação para as ofensas e tapinhas nos rostos entre Hugo e André Dias.

E vai muito além da ansiedade, da vontade de ganhar dos dois.

A verdade é que Hugo se cansou.

O jogador deu um ponto final a toda má vontade do elenco em relação a ele.

Hugo é considerado por grande parte do elenco do São Paulo como um jogador disperso.

De potencial desperdiçado.

A falta de concentração durante os jogos acabou com o sonho com que começou 2009.

Ele tinha a certeza de que seria titular absoluto do clube em que adora jogar.

Mas Muricy Ramalho tinha outros planos.

Hugo se tornou mero reserva e só era colocado quase a força pelo técnico.

Ele acreditava enfrentar uma perseguição por parte de Muricy.

E deixou isso claro ao ver o técnico demitido.

Só que Hugo ficou ainda mais sem graça ao saber que o treinador o defendia.

Se dependesse da diretoria do São Paulo, ele já teria sido negociado e nem começaria 2009 no Morumbi.

Com o passar do Campeonato Brasileiro, Hugo percebeu que não agrada a cúpula do clube.

E se abateu.

Continuou treinando forte, mas estava profundamente magoado ao saber que irá embora em 2010.

Os jogadores perceberam o abatimento e, nos treinamentos, Hugo é constantemente cobrado.

E se sente injustiçado, rejeitado.

Ele já está com o pavio curto há muito tempo.

Principalmente depois de haver deixado acertada a sua ida para o Grêmio.

Quando André Dias começou a xingá-lo e gritar com ele contra o Vitória, Hugo não se conteve e o enfrentou.

André Dias não esperava a reação forte de Hugo.

E quase brigaram.

Ambos só se contiveram por respeitar Rogério Ceni e Washington.

E o detalhe é que os dois são próximos, não são inimigos.

Mas por trás do quadro bonito da vontade de vencer, há a tristeza de Hugo por sair do São Paulo.

E, enfrentando um dos líderes do grupo, ele já avisou: não tolerará mais ofensas ou cobranças que achar injustas.

Até que se apresente no Grêmio na próxima temporada.

Os dois tomaram cartões amarelos e não enfrentam o Botafogo no Engenhão.

Huga está triste por não jogar no Rio, mas se mostra alegre: sabe que passará a ser mais respeitado no Morumbi.

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