A cobrança foi dura no Palmeiras. Muricy foi Muricy. E Marcos foi Marcos…

fidelcastro A cobrança foi dura no Palmeiras. Muricy foi Muricy. E Marcos foi Marcos...

Palmeiras.

Líder do Brasileiro.

Quatro pontos à frente do Atlético Mineiro.

Jogo fundamental hoje contra o Santo André.

A cadeia de cobrança foi forte.

Começou na segunda-feira.

E teve o seu ápice ontem, longe da imprensa.

O presidente Belluzzo cobrou o departamento de futebol.

Lembrou que a Traffic tinha propostas para Diego Souza e por Cleiton Xavier.

Mas não os vendeu para fazer o Palmeiras campeão.

Muricy mostrou os erros de todos e foi claro: não quer mais a apatia de ninguém.

Se o jogador não mostrar empenho nestes oito últimos jogos vai sair.

“Seja quem for”, falou forte na concentração.

O treinador demonstrou toda a sua irritação com o time.

Repetiu várias vezes que ‘o título está na mãos’.

E que o ‘campeonato’ depende do Palmeiras e de nenhuma outra equipe.

Não mediu palavras e soltou vários palavrões.

Marcos não foi censurado pela cobrança pública ao time.
Pelo contrário.

Ele foi até incentivado na lavagem de roupa que o elenco fez ontem.

O goleiro falou à vontade.

E cobrou todo o time.

Inclusive se incluiu na brusca queda de rendimento.

Disse que quer mais do que ninguém ser campeão brasileiro.

Os jogadores também apoiaram e animaram Edmílson que marcou mal Petkovic.

Wendel, responsável pelo segundo gol do Flamengo.

E Vagner Love que perdeu o pênalti e estava cabisbaixo.

Os dirigentes da Traffic e o presidente Belluzzo querem outro comportamento de Diego Souza e Cleiton Xavier hoje à noite.

E eles sabem disso.

Chegou a hora da cobrança.

Nunca se falou tão sério no Palmeiras neste ano.

E nem Muricy foi tão Muricy.

A dura foi dada.

A resposta precisa ser dada hoje à noite.

E o time trocar a apatia pela raiva...