post-icon

27
jan
12:20

Leão indica o substituto de Rogério Ceni: Doni. Juvenal quer alguém mais jovem. Mas promete pensar no veterano goleiro. Em Fábio Costa, não…

comentarios-icon(41) Comentários »

divulgacao41 Leão indica o substituto de Rogério Ceni: Doni. Juvenal quer alguém mais jovem. Mas promete pensar no veterano goleiro. Em Fábio Costa, não...
Leão já tem um substituto de Rogério Ceni.

Na ponta da língua.

E ele já comunicou para a direção do São Paulo.

Não como exigência.

Mas como sugestão.

Sabe que quem manda no Morumbi é Juvenal Juvêncio.

"Aqui não tem essa história de manager.

Não tem Luxemburgo aqui", repete o presidente a conselheiros.

Com todo o cuidado para evitar confusão, ele disse um nome de duas sílabas.

Doni.

O goleiro de 32 anos está na reserva do Liverpool.

Seria uma contratação fácil.

E tem o perfil que Leão adora.

Goleiro alto, 1m96, experiente e obediente.

Juvenal a princípio recusou.

Gostaria de alguém mais novo.

Mas não foi absolutamente contra.

O presidente sente que Denis é muito novo.

E não estava preparado para essa operação de Rogério Ceni.

Seis meses no mínimo como titular será colocar em risco a sonhada Copa do Brasil.

A possibilidade de volta à Libertadores ainda no primeiro semestre...

A primeira indicação de Leão foi feita.

Juvenal acionou seus empresários prediletos para buscar um goleiro mais jovem.

O nome de Gabriel do Cruzeiro é forte.

Mas a direção do clube mineiro não quer negociá-lo.

Juvenal quer outras opções.

Até Fábio Costa ouviu de conselheiros.

Mas esse o dirigente descartou de primeira.

Só que se tudo der errado, Doni é um nome que o clube poderá sim recorrer.

O aval de Leão já está dado...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

27
jan
11:01

Vasco da Gama, a diretoria mais injusta do Brasil. Quatro meses de atrasos e mentiras. Quem é pior Roberto Dinamite ou Eurico Miranda?

comentarios-icon(57) Comentários »

divulgacao40 Vasco da Gama, a diretoria mais injusta do Brasil. Quatro meses de atrasos e mentiras. Quem é pior Roberto Dinamite ou Eurico Miranda?
Vai além da incompetência...

É a mais pura injustiça.

Não há diretoria mais ingrata do que a do Vasco.

Se o clube não conseguiu segurar três dos quatro patrocinadores.

Ficou apenas com a Eletrobras, sabe-se lá como...

O deputado e presidente Roberto Dinamite tinha a obrigação de pagar seus jogadores e comissão técnica em dia.

O grupo que passou por um dos maiores traumas da história do futebol brasileiro.

Acompanhar um treinador ter um potente AVC durante o clássico contra o Flamengo.

Mesmo assim, o campeão da Copa do Brasil se une mais ainda.

Terminar em segundo lugar do Brasileiro.

E entre os quatro melhores da Copa Sul-Americana.

E a recompensa?

Atrasos de salários constantes e até mentiras de seus dirigentes.

O vice de finanças Nelson Rocha teve a coragem de garantir que o clube pagou o 13º dos atletas.

Quando ele mesmo sabia não ser verdade.

Apostou na covardia dos seus atletas.

Mas passou por um vexame histórico.

Felipe, usando toda a sua vivência, classificou como 'equívoco'.

Como o vice de finanças iria se equivocar em relação ao pagamento do 13º?

A incompetência não poderia chegar a tanto.

Ele tentou 'preservar' a imagem do clube, diria alguns.

Mas usando a falta de pagamento aos atletas que levaram o clube à Libertadores?

Que apagaram a terrível imagem do pior início de ano da história vascaína?

Os jogadores e comissão técnica que, de tão unidos, dispensaram a contratação de um novo técnico?

E esperam até hoje por Ricardo Gomes?

Mas justiça seja feita.

A tragédia administrativa vascaína é total.

Funcionários das mais simples categorias também imploram por pagamentos.

Vão a São Januário mesmo sabendo que não vão receber.

O esquecido vice de finanças, Nelson Rocha, afirmou em entrevista recente que a dívida do clube é de R$ 250 milhões.

Há quem garanta que já se aproxime de R$ 400 milhões.

Se fosse uma empresa e não um clube popular já estaria em insolvência.

Os dirigentes devem aos jogadores dois meses de salários, menor parte do vencimento.

E quatro meses de direito de imagem, parte maior do que têm direito a receber.

Mais o 13º salário.

"Sem dinheiro, o amor acaba", já dizia Nelson Rodrigues e tantos casais separados.

Se foi Roberto Dinamite quem aceitava satisfeito os parabéns e até a taça de campeão moral do Brasileiro...

Cabe a ele personalizar tamanha incompetência e ingratidão com o time que mais emocionou o país.

Dinamite dizia que começava uma nova era em São Januário ao banir Eurico Miranda do clube.

Que era é essa?

A da injustiça, a da mentira, dos equívocos?

Ameaçar não se concentrar é muito pouco.

Os jogadores não deveriam entrar em campo contra o Duque de Caxias.

E deveriam procurar juntos o Ministério do Trabalho.

Com uma ação conjunta, poderiam até se desvincular de tanta ingratidão.

A torcida vascaína não mereceria essa atitude.

Mas os dirigentes, sim.

Que ânimo tem o time para começar a Libertadores?

Equipe que classificou o clube depois de dez anos de ausência?

Ainda mais quando o prêmio foi um tanto estranho...

Falta de pagamento e mentiras...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

26
jan
16:54

Acabou a utopia. Rogério Ceni descobriu que é um ser humano normal. Chorou ao admitir que terá de operar o ombro. E, insensível, Leão já quer outro goleiro no São Paulo…

comentarios-icon(98) Comentários »

divulgacao38 Acabou a utopia. Rogério Ceni descobriu que é um ser humano normal. Chorou ao admitir que terá de operar o ombro. E, insensível, Leão já quer outro goleiro no São Paulo...
Acabou a utopia que envolveu até o meu amigo PVC.

Pura ilusão que Rogério Ceni estaria recuperado e jogaria contra o Guarani.

Ele vai parar onde uma junta médica, com o respeitável René Abdalla, já esperava.

Na mesa de cirurgia.

Terá de operar o ombro direito e ficar cerca de seis meses fora do futebol.

Infelizmente para quem respeita um jogador tão especial como ele.

Rogério Ceni foi além até do recomendável para continuar jogando pelo São Paulo.

Enfrentou o bom senso.

Há 12 dias ele já deveria ter operado.

Sentia fortíssimas dores.

Provavelmente provocadas pela interminável carreira.

Pelo amor com que trabalha no São Paulo.

Sendo o primeiro a chegar para o treinamento e o último a ir embora.

Com direito até a treinar a mais por conta.

Tudo para tentar vencer um inimigo invencível, o tempo.

Soube que ele sofreu muito quando teve de se render.

Lágrimas vieram quando perceber que a dor só aumentou.

E que não havia mais escapatória.

O medo de encerrar a carreira graças a um problema médico o atormenta.

Os mesmos médicos que recomendaram desde o início a operação já garantiram.

Ele poderá voltar a jogar.

E sem dores.

Mas toda a teimosia, com pitadas de arrogância, que beirou a irresponsabilidade agora virou medo.

Ele não quer parar de jogar futebol por causa de uma operação.

Os médicos já juraram a ele que não haverá esse risco.

Depois de inúteis sessões de fisioterapia, reza, promessa, a operação será feita o mais rápido possível.

Rogério Ceni agora se prometeu que reduzirá esses seis meses de recuperação.

Para tentar compensá-lo, Juvenal Juvêncio vai oferecer a prorrogação do seu contrato.

Ele terminaria no final deste ano.

Juvenal oferecerá até o meio de 2013.

Será como se ele tivesse seis meses de férias.

Leão, mais pragmático, e sem nenhum carinho especial por Rogério Ceni já avisou.

Quer um novo goleiro.

O mais rápido possível.

Não acredita que Denis tenha talento para ser o goleiro titular do clube.

A pedida do treinador chegou quando ainda os dirigentes estavam tristes com a confirmação da operação.

Rogério Ceni soube e se abalou.

Sabe que o treinador sempre o viu como uma ameaça para sua autoridade no grupo.

Mas ele tem algo muito mais importante com o que se preocupar.

Com sua operação.

E tratar de voltar a jogar.

O futebol brasileiro precisa de uma temporada de despedida à altura da sua carreira.

O país tem de respeitar e apoiar Rogério Ceni neste momento tão difícil.

Momento que a cegueira da idolatria não conseguiu enxergar o óbvio.

Rogério Ceni é um ser humano como qualquer outro.

Os médicos já sabiam.

Ele não aceitava.

E os apaixonados torcedores são-paulinos se recusavam a reconhecer...

(Em uma demonstração de força psicológica, Rogério Ceni gravou um vídeo.

Se dirigiu aos torcedores do São Paulo.

E a ele mesmo.

Garantiu o que pensa sobre a operação.

"Não é o fim."

Não acabará com sua carreira.

A obsessão em continuar a jogar está forte em cada sílaba...

Melhor ouvir o próprio Rogério Ceni...)

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

26
jan
12:29

Censura, omissão de dados. Dívida com Zezé Perrella. Antecipação de cota. Atraso de salário. Time medíocre. O que virou o Cruzeiro nas mãos de Gilvan do Pinho Tavares?

comentarios-icon(77) Comentários »

divulgacao37 Censura, omissão de dados. Dívida com Zezé Perrella. Antecipação de cota. Atraso de salário. Time medíocre. O que virou o Cruzeiro nas mãos de Gilvan do Pinho Tavares?
O orgulho de Gilvan do Pinho Tavares está ruindo.

O presidente que bateu no peito por segurar Montillo se mostra encurralado.

Perdido.

As entranhas do Cruzeiro estão vindo à público.

E da pior maneira possível.

Salários atrasados.

Dívida de R$ 30 milhões com o ex-presidente Zezé Perrella.

Pedido de antecipação de R$ 50 milhões à Caixa Econômica Federal, dinheiro da Globo pela transmissão do Brasileiro.

Elenco fraco.

Treinador mais ainda.

A maneira com que o time perdeu o amistoso para a América Mineiro por 3 a 2 já deu uma mostra do que vem pela frente.

O único objetivo assumido é vencer o Estadual, torneio disputado por dois times.

Gilvan resolveu assumir o pior de Zezé Perrella.

Decidiu que nenhuma transação feita pelo clube terá seu valor revelado.

Já foram dez jogadores que mexeram com o dinheiro do Cruzeiro.

O conselheiro e o torcedor não tiveram o direito de saber como o caixa do clube é administrado.

Um retrocesso digno do tempo das ditaduras militares.

Por isso ninguém sabe na verdade o tamanho da dívida.

Mas para escondê-la dessa maneira absurda, só pode ser digna de vergonha.

Gilvan esperou por décadas para assumir a presidência deste poderoso clube.

E o está transformando em um bunker só seu.

Só que esta postura retrógrada, atrasada não combina com a modernidade.

É impossível segurar todos os dados.

Eles são revelados aos poucos.

Como o constrangedor pedido de antecipação de cota da Globo.

Ou o atraso nos salários dos jogadores.

Que tal uma entidade dever R$ 30 milhões para o seu ex-presidente senador?

A pose de Gilvan está se desfazendo.

Mais rápido do que todos poderiam esperar.

Como dar aumento a um jogador se os demais não recebem seu salário em dia?

Como decidir não tornar público quanto gasta com contratações?

Que pessoa é essa que assumiu a presidência do Cruzeiro?

E está indo por um caminho pior, mais autoritário do que Zezé Perrella?

Que ainda acredita que possa censurar, calar os jornalistas...

Os tempos são outros.

As dívidas, os atrasos do Cruzeiro serão divulgados.

Assim como as vitórias, as conquistas.

Mas aí é preciso ter competência...

Pode continuar calado, presidente...

A dívida cruzeirense fala por Gilvan do Pinho Tavares...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

26
jan
11:01

O efeito colateral da chegada de Vagner Love. A encruzilhada de Adriano. O Corinthians não o quer. E o Flamengo não é Sodoma ou Gomorra para ter Love, Ronaldinho e Adriano…

comentarios-icon(45) Comentários »

divulgacao36 O efeito colateral da chegada de Vagner Love. A encruzilhada de Adriano. O Corinthians não o quer. E o Flamengo não é Sodoma ou Gomorra para ter Love, Ronaldinho e Adriano...
"Trouxe ainda o Adriano, aí nego meteu menos o pau.

Mas hoje ele não tem mais jeito.

Investi, mas deu errado."

Com essas palavras eruditas, Andrés Sanchez confirmou à revista CG o que o blog antecipa desde o ano passado.

O Corinthians não tem o menor interesse em renovar com o atacante.

Seu contrato termina em junho.

Só que o mapa astral do jogador só piora.

Para a imprensa e a própria diretoria corintiana ele insiste que deseja continuar no Parque São Jorge.

Só que para amigos íntimos, atores globais sem brilho, a conversa era outra.

Ele insistia que sentia que a porta do Flamengo estaria aberta para ele.

Já depois da Libertadores, ele poderia voltar ao seu antigo império.

Sorria ao saber que Luxemburgo está cada vez com menos poder na Gávea.

E que o time ainda precisava de um atacante efetivo.

Deivid consegue perder mais gols do que Luan no Palmeiras, o que é um feito global.

Tinha a cumplicidade do amigo de algumas baladas, Ronaldinho Gaúcho.

Os dois têm o mesmo gosto para as festas que levam dias para acabar.

Patrícia Amorim está em dívida com ele.

A presidente/vereadora havia prometido que as portas do Flamengo sempre estariam abertas para ele, antes de ir para Roma.

Não foi verdade.

Quando voltou da terrível campanha na Itália, as encontrou trancadas à chave por Luxemburgo.

E Patricia nem atendeu seus telefonemas.

Irritado, Adriano grudou em Adriano e despachou sem dó o seu empresário Gilmar Rinaldi.

Com a reviravolta na Gávea, com Luxemburgo perdendo todo seu poder, o caminho estava de novo aberto.

Isso na cabeça de Adriano.

Só que ele não contava com o poder de sobrevivência do treinador.

Antes de bater de frente com o vice de finanças Michel Levy, ele seduziu Vagner Love.

Falou, explicou, implorou e o convenceu a fazer tudo o que podia para se livrar do CSKA.

O jogador ouviu os dirigentes do Flamengo também.

E foi com uma proposta que era um pouco mais da metade que os russos pediam.

Só que as informações que o blog conseguiu são bem interessantes.

O atacante literalmente chorou, implorando aos dirigentes russos a sua liberação.

Usou como pôde a sua família, a vontade de voltar ao lar.

Chance de voltar à seleção brasileira...

Tudo regado a lágrimas.

O presidente do CSKA,Yevgeny Giner, estava acostumado com Love e seu empresário Evandro Ferreira brigando...

No passado, a dupla exigiu, ameaçou, discutiu...

Sempre quis acabar com o contrato na força.

Desta vez, o choro de Love mostrou que a Rússia realmente havia ficado insuportável para ele.

Vagner revelou a proposta do Flamengo e mostrou que iria ganhar menos.

Mas queria voltar para a sua cidade.

Tudo isso ajudou demais na sua liberação.

O Flamengo vai pagar cerca de R$ 20 milhões em três vezes.

Negócio fechado.

E coração de Adriano gelado.

Ele percebeu que não há mais para onde voltar.

O Corinthians não o quer e no Flamengo não há lugar para ele.

Ronaldinho Gaúcho, Vagner Love e Adriano juntos nem em Sodoma ou Gomorra...

Encurralado, a única solução para a sua carreira é dar tudo o que puder nestes meses que restam no Corinthians.

Seu mentor Ronaldo e seu protetor, Joaquim Grava, apontam essa a sua única saída.

Até para ter um mercado digno se realmente não ficar no Parque São Jorge.

Adriano tomou a ducha fria que não esperava.

O efeito colateral da contratação de Love pelo Flamengo foi um soco no estômago do atacante corintiano.

Talvez agora ele dê um jeito na sua irresponsabilidade.

Nos 103 quilos.

No desleixo que mostrava no Corinthians.

A casa caiu...

Perdeu, playboy...

Adriano está com aviso-prévio...

E perdeu a única proposta de emprego...

A pior situação para um trabalhador...

Isso se Adriano ainda se considera um trabalhador...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

26
jan
09:40

Derrota na Libertadores dá mais uma lição a Patricia Amorim. Festejar Vagner Love é pouco demais. Os problemas do Flamengo são muito mais profundos…

comentarios-icon(46) Comentários »

divulgacao35 Derrota na Libertadores dá mais uma lição a Patricia Amorim. Festejar Vagner Love é pouco demais. Os problemas do Flamengo são muito mais profundos...
Patricia Amorim costuma repetir que ela não entende profundamente de futebol.

Não entende mesmo e ainda está muito mal orientada.

Alguém precisa explicar para a presidente do Flamengo o quanto está errada.

Ela se mostra iludida.

Acredita que repôs com vantagem a saída de Thiago Neves contratando Vagner Love.

Deu um golpe de mestre.

Alguém precisa passar com calma o teipe da derrota de ontem contra o Real Potosí.

E mostrar em câmera lenta, para ela entender, o quanto o time sentiu falta de um meia talentoso de ligação.

Explicar que Luxemburgo colocou em campo quatro volantes por não ter um grande articulador no elenco.

Ronaldinho Gaúcho outra vez foi uma caricatura na Bolívia.

Só teve pose.

Aceitou passivamente a marcação.

Não é por acaso que Zagallo enxergou logo o seu problema.

"Não nasceu para protagonista.

Precisa ter alguém para repartir a responsabilidade."

E foi assim na Bolívia.

Sem ninguém para ajudá-lo a abrir espaço na esforçada defesa do Real Potosi, ele sumiu.

Perdeu muita moral na briga silenciosa que trava para derrubar Luxemburgo.

Poucos vão reconhecer, mas outro jogador que o Flamengo deixou escapar fez falta.

Alex Silva.

Os gols infantis que o Flamengo sofreu poderiam ser evitados se o zagueiro estivesse viajado para a Bolívia.

Mas teve peito de não embarcar, protestar pelo dinheiro que o clube lhe devia.

O goleiro que mais valoriza cada defesa no Brasil fez uma ótima partida.

Se não fosse por Felipe, a derrota seria muito mais perigosa.

Ele fez pelo menos três grandes defesas.

Sempre levando em conta que na altitude de quase 4000 metros, a bola tem uma velocidade maior.

O ar rarefeito aumenta a velocidade e a instabilidade da bola.

O maior medo era que os cariocas não tivessem fôlego para o jogo.

Por isso a equipe viajou para se aclimatar e não sentir tanto os efeitos da altitude.

Mas os problemas foram técnicos.

Um time burocrata, inseguro.

Com quatro volantes errando passes e marcando mal.

Ronaldinho Gaúcho escondido, desinteressado.

E Deivid sempre esperando a bola o procurar.

Não houve Thiago Neves, não houve articulação.

E se confirmou a derrota no primeiro jogo da Pré-Libertadores.

Para evitar o vexame que o Corinthians deu no ano passado com o Tolima...

O time precisa vencer apenas de 1 a 0 na partida de volta no Rio de Janeiro.

Não é uma tarefa difícil.

Os bolivianos possuem uma equipe esforçada e o maior talento está na altitude.

Mas o que preocupa é o restante da Libertadores.

Contratar Love não basta.

É preciso buscar um meia talentoso.

Torcer para que o zagueiro Marcos González confirme a sua fama.

E o mais importante: pagar todas as luvas e direitos de imagem atrasados.

Além de colocar um ponto final na queda de braço entre Luxemburgo e Ronaldinho Gaúcho.

Mandar o treinador embora ou assumir os privilégios à esbórnia do seu camisa 10.

Liberar que o meia pode 'errar os andares' nas concentrações quando quiser.

A direção flamenguista precisa arcar com os R$ 3,7 milhões que a Traffic deve à sua principal estrela.

Pagar em dia aos russos do CSKA.

E o mais importante: não atrasar um dia sequer o pagamento de todo o elenco.

Não só das estrelas.

Ter alguém competente no departamento de marketing para buscar patrocínio para o clube mais popular do Brasil.

Esse é o manual de sobrevivência na Libertadores e em 2012.

Fazer festinha apenas com Vagner Love e achar que os problemas estão todos resolvidos...

É incompetência demais.

Patricia Amorim mesmo não entendendo de futebol não tem esse direito...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

25
jan
12:51

Vitória espetacular do Corinthians. A oitava conquista da Copa São Paulo. Mas que ninguém se esqueça de olhar além do cenário montado no Pacaembu…

comentarios-icon(102) Comentários »

divulgacao34 Vitória espetacular do Corinthians. A oitava conquista da Copa São Paulo. Mas que ninguém se esqueça de olhar além do cenário montado no Pacaembu...
A hora é de festa...

Foi empolgante a conquista dos meninos do Corinthians.

A vitória de virada diante do Fluminense na final da Copa São Paulo.

Os 2 a 1 vieram da vibração, da superação diante de uma equipe muito melhor taticamente.

A vitória do coração.

O cardápio foi de primeira em um jogo tão importante.

Mais de 37 mil pessoas no Pacaembu.

O Brasil inteiro vendo e acompanhando o jogo final.

Narciso, um sobrevivente da leucemia, comandando um Corinthians com gana incrível.

E campanha irretocável.

Campeão invicto da Copinha.

Do lado carioca, Marcelo Veiga montou uma bela equipe de futebol.

Com técnica, talento e estratégia.

Nos contragolpes criou várias chances para sair do estádio com o título.

Não fosse o compreensível nervosismo dos garotos na hora de finalizar.

Marcos Júnior mostra que será uma excelente aposta.

Matheus, o maior talento corintiano esteve bem marcado, mas tem potencial para sobreviver no futebol.

Assim como o goleiro Matheus.

Falhou feio no primeiro gol do jogo.

Em um cruzamento fácil de socar a bola, tentou encaixá-la.

E a deixou escapar nos pés de Michael.

Gol do Fluminense no começo do segundo tempo.

O apoio da torcida corintiana se mostrou uma enorme pressão.

O time já começava a perder o raciocínio, querer empatar de qualquer maneira...

E deixava espaços para o Fluminense ampliar, quando surgiu Antônio Carlos...

O zagueiro que saiu da base das Laranjeiras para o Corinthians...

Ele acertou duas cabeçadas em escanteios e virou o jogo...

A partir daí, raça, gana e superação se juntaram na merecida vitória corintiana...

Até contundido o goleiro Matheus fez uma grande defesa e se recuperou da falha.

O Corinthians chegou ao seu oitavo título.

E domina completamente a Copa São Paulo.

Um pena que a diretoria desperdice tantos jogadores talentosos na base.

Prefere gastar comprando e não dá chance às suas crias.

Por exemplo, do time campeão brasileiro, só Júlio César.

E olhe lá.

O Fluminense não alcançou a sexta conquista.

Mas aproveita melhor os atletas que forma.

A festa foi belíssima no Pacaembu.

Mas vale olhar por trás das cortinas.

Desde que a Prefeitura de São Paulo não teve mais condições financeiras de organizar a competição, em 1987, tudo mudou.

A FPF a usa politicamente.

A inchou de uma forma absurda.

Abriu as portas para a invasão, como ratos, de times de empresários.

E faz de conta que não enxerga.

Os acertos para as participações dos times são estranhos, incoerentes.

Incompreensíveis...

Ou não...

De todo o Brasil chegam equipes que levam dias para chegar de ônibus a São Paulo.

Ficam por sua conta e risco, em pousadas degradantes.

Comem o que aparecer.

Muitos deles, subnutridos.

Os empresários não querem nem saber.

Comida especial e vitaminas a mais só para os garotos que podem render alguma coisa.

O resto que se vire.

Nos gramados, são vários e vários times sem expressão assumindo serem sacos de pancadas.

Usam camisas de aluguel.

Os dirigentes da FPF fecham os olhos para os tristes coadjuvantes.

São 96 times em um torneio de pouco mais de um mês.

Uma insanidade, com jogos seguidos como em um festival de várzea.

Em estádios sem a menor condição.

Não as partidas que a televisão mostra.

O comando da FPF não é burro.

Longe disso.

A festa de hoje no Pacaembu foi belíssima.

Mas não encobre a revoltante organização do torneio.

O futuro do futebol brasileiro é tratado com a incompetência típica dos nossos dirigentes.

Aqueles que gostam de festa, televisão e mulher bonita no palanque, entregando medalhas...

Aí, eles são campeões...

Mas os ratos empresários deste Brasil podem se animar.

No ano que vem tem mais Copa São Paulo.

Queijo nunca vai faltar...

(E a imagem que resume a estrutura da Copinha foi clara.

Na festa da premiação...

O ex-governador e vice presidente da CBF, José Maria Marin, embolsando uma medalha de campeão.

Ele virou de costas, enrolou o cordão e tentou disfarçar.

Mas depois, nem isso.

A colocou no bolso sem o menor constrangimento.

Medalha que faltou para o goleiro Matheus do Corinthians.

Um vexame histórico...

As imagens da Band não deixam dúvida.

Feliz 2012...)

Dirigente embolsa medalha na final da Copinha por perolasblogs no Videolog.tv.

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

24
jan
10:43

Qual clube do mundo aceitaria o que Rogério Ceni está fazendo com o São Paulo? Por que tanto medo dos dirigentes para mandá-lo operar o ombro? Ou Ceni conhece mais medicina que os médicos do Morumbi?

comentarios-icon(167) Comentários »

divulgacao33 Qual clube do mundo aceitaria o que Rogério Ceni está fazendo com o São Paulo? Por que tanto medo dos dirigentes para mandá lo operar o ombro? Ou Ceni conhece mais medicina que os médicos do Morumbi?
Não existe um lugar no mundo que seja igual...

Que o reinado de um jogador tenha chegado ao seu ápice como no São Paulo.

Basta raciocinar com toda a calma.

Em que clube um jogador teria a força para enfrentar uma junta médica?

Dizer sem conhecimento algum de medicina que não precisa de operação?

O que Rogério Ceni faz em relação à lesão no ombro é patético.

Não para ele, mas para a diretoria do São Paulo.

Médicos consagrados como René Abdalla precisam passar pelo vexame de ter seu diagnóstico questionado.

A vontade do jogador de 39 anos se impõe diante de apalermados dirigentes.

Juvenal Juvêncio com sua panca de capitão do mato se dobra diante do ídolo.

E nem percebe que está deixando de ser presidente do São Paulo.

Rogério é um jogador.

Recebe do clube para entrar em campo.

Se ele tem uma lesão que o impede de atuar, que esta lesão seja curada.

Se infelizmente ela leva de três a seis meses até que esteja completamente curada, é uma pena.

Mas a Medicina indica esse caminho para o labrum, espécie de encaixe no ombro direito de Ceni.

Foram centenas de anos até os estudiosos chegarem a este diagnósticos.

A artroscopia no ombro é a receita de todos os médicos que o examinaram.

Conclusão que o goleiro enfrenta com um simples "não precisa".

Dirigentes e médicos olham para o chão, constrangidos quando ele fala que vai se curar com a fisioterapia.

E ele vai fazendo o que quer.

Diante da luz da Medicina, o goleiro está apenas perdendo tempo.

Na frieza dos números, está ganhando para não jogar.

Se durante toda a sua brilhante carreira foi o primeiro a chegar e o último a ir embora nos treinos...

Agora não está sendo nem um pouco profissional.

Ou ele sabe que todos os médicos do São Paulo são incompetentes e não fala...

Não há outra opção.

Leão, o explosivo treinador, que foi contratado para cobrar, pílhar o time está de mãos amarradas.

Não tem como enfrentar alguém que se tornou tão poderoso na hierarquia são-paulina.

O técnico segura o seu ego e disfarça.

Não é bobo de comprar uma briga com um adversário tão poderoso.

Ainda mais para quem não quer voltar para a aposentadoria de jeito nenhum...

Mas vale voltar ao início do post.

Em que clube do mundo um jogador teria tanta força?

Tanta ousadia?

Quem o levaria a sério?

Enfrentaria os médicos, dirigentes, companheiros, torcida?

Ficou claro quem manda mais no Morumbi.

A piada virou dura realidade.

Seu goleiro, seu capitão manda mais que o presidente.

O que importa a Rogério Ceni é a sua realidade.

A sua vontade.

O seu ego.

Só o São Paulo para aceitar calado tamanha insensatez...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

23
jan
16:36

Ninguém quer pagar para batizar o Itaquerão. Mais de 15 empresas foram consultadas. A diretoria corintiana se desespera…

comentarios-icon(158) Comentários »

divulgacao32 Ninguém quer pagar para batizar o Itaquerão. Mais de 15 empresas foram consultadas. A diretoria corintiana se desespera...
Andrés Sanchez já ofereceu para mais de 15 empresas diferentes.

Elas não quiseram gastar R$ 400 milhões.

Nem R$ 300 milhões.

Muito menos R$ 200 milhões.

Nem mesmo R$ 100 milhões.

Não houve o interesse em comprar os naming rights do Itaquerão.

Pagar centenas de milhões de reais para batizar o estádio por dez, vinte ou 30 anos.

Há a certeza de que a alcunha Itaquerão é mais forte do que qualquer nome.

Arena Petrobrás, Arena Caixa Econômica, Arena Hypermarcas, Arena Eike Baptista...

Os procurados não se interessaram.

A desculpa que Andrés Sanchez ouviu foi que Itaquerão chegou para ficar.

O maior exemplo moderno é o Engenhão.

Ninguém, simplesmente ninguém, se refere a ele como estádio João Havelange.

Ou mesmo o Maracanã.

De nada adianta chamar Mario Filho.

Andrés e o seu sempre atuante Luiz Paulo Rosenberg não desistem.

Tentaram agir onde têm a força de Ricardo Teixeira e de Lula.

Imploraram para a Fifa e o Itaquerão aparece como Arena São Paulo.

Mesmo mantendo a pose, Rosenberg sabe que a batalha está quase perdida.

Não há uma pessoa no Brasil que não se refira à arena de um bilhão de reais como Itaquerão.

Os departamentos de publicidade das estatais consultados não são ingênuos.

E por mais que recebam pressão política...

Têm negado sistematicamente a recomendação de gastar dinheiro em batizar o estádio corintiano.

A situação está constrangedora.

A solução é baixar ao máximo a pedida.

R$ 400 milhões para batizar o Itaquerão será impossível.

Foi um sonho de verão de Andrés Sanchez.

Um arroubo de prepotência.

Ele está sentindo isso na pele...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

23
jan
13:51

D’Alessandro e Montillo só ficam no Inter e no Cruzeiro se ganharem um grande e inesperado aumento. As diretorias se desdobram para tentar pagar…

comentarios-icon(54) Comentários »

divulgacao30 DAlessandro e Montillo só ficam no Inter e no Cruzeiro se ganharem um grande e inesperado aumento. As diretorias se desdobram para tentar pagar...
Alessandro e Montillo.

Dois grandes motivos para o futebol brasileiro admirar o argentino.

Mais tradicionais, os treinadores de base do país rival desprezam o 3-5-2.

E insistem na importância dos meias e não os volantes como acontece no futebol brasileiro.

Por isso os camisas 10 de verdade continuam nascendo por lá e rareando por aqui.

Os dois são ídolos absolutos do Inter e do Cruzeiro.

Mas vivem situações idênticas.

Os dois têm propostas financeiras compensadoras para abandonar seus times.

O Shanghai Shenhua oferece nada menos do que dez milhões de euros a D'Alessandro.

Basta que cumpra dois anos de contrato.

São cerca de R$ 23 milhões por 24 meses.

Mais de R$ 900 mil a cada 30 dias.

Ele recebe R$ 350 mil.

Ao time gaúcho, os chineses oferecem apenas sete milhões de euros.

Cerca de R$ 16 milhões.

Por esse dinheiro, a direção do Inter não negocia o jogador fundamental para a Libertadores.

Aliás, os dirigentes não querem vendê-lo de jeito algum.

Dorival Júnior o coloca como jogador fundamental ao time na competição mais importante do ano.

E desde que surgiu a proposta, no começo da semana passada, D'Alessandro está sendo bombardeado.

Foram inúmeras reuniões com os dirigentes.

E conversas com Dorival Júnior.

Todos estão tentando convencê-lo a ficar.

E virar as costas para o dinheiro chinês.

Os torcedores colorados fazem campanha, imploram.

O argentino vai completar 31 anos em abril.

Está no Inter desde 2008.

Tem a chance de ganhar três vezes mais no Oriente.

Mas o clube gaúcho sonha em vencer a Libertadores e o Mundial de Clubes outra vez.

E não há outra saída.

Por mais que disfarcem, os gaúchos só manterão o atleta satisfeito se ele ganhar um bom aumento.

A direção tentou fugir, mas não há outra tentativa de solução.

O medo é de um efeito avalanche.

Mas não há outro jeito.

O meia dá sinais que está disposto a aceitar ficar.

E até jogar na quarta-feira contra o Once Caldas na pré-Libertadores.

Mas quer entrar em campo com tudo acertado.

Os dirigentes estão trabalhando para dar esse aumento e seguir com o planejamento.

Dorival Júnior se mostra esperançoso, mas não iludido.

Sabe que de uma hora para outra, os chineses podem voltar.

Por isso conversa, elogia.

Coloca D'Alessandro no céu.

A estratégia não é garantia de nada.

Mas no Brasil só há um outro clube tão empenhado para manter seu camisa 10.

E está em Belo Horizonte.

Montillo já demonstrou ontem que sabe separar as coisas.

Ele continua insatisfeito com o que poderia ganhar no Corinthias

Dois milhões de euros como luvas (R$ 4,5 milhões) e mais R$ 500 mil mensais.

É uma proposta digna de clube europeu.

Ou chinês, como está na moda.

Mas a direção do Cruzeiro não quis.

Iria receber apenas R$ 19 milhões.

Queria R$ 34 milhões.

E a transação foi abortada.

A direção corintiana disse que desistiu, mas sonha com um telefonema de dirigentes cruzeirenses.

Esperam que eles reavaliem.

Montillo sabe que vai disputar o esvaziado Campeonato Minero e a Copa do Brasil.

Por um time limitado, sob o comando de um treinador ainda mais fraco.

A derrota contra o América Mineiro ontem mostra o que o espera.

A equipe paulista foi campeã brasileira e vai disputar a Libertadores.

A valorização e a exposição seriam muito maiores.

Mas a direção cruzeirense disse não.

Vagner Mancini e os torcedores imploraram que ficasse em Belo Horizonte.

Ele diz que fica, mas quer imediatamente um aumento.

"Se o Corinthians me valorizou, o Cruzeiro também precisa valorizar", disse.

Ele recebe R$ 150 mil em Belo Horizonte.

Quer ganhar pelo menos o dobro.

A direção cruzeirense sabe que o clube não nada em dinheiro.

Mas não vê outra solução.

Terá sim de aumentar o que ele recebe.

Pouco importa que tenha assinado até 2015.

Internacional e Cruzeiro sabem o que têm nas mãos.

São dois dos mais talentosos jogadores no País.

O assédio é poderoso.

Mas se querem manter seus camisas 10 argentinos não há outra solução.

Precisam dar dois belos aumentos.

Mesmo assim torcer para que eles não tenham uma recaída.

E queiram sair de qualquer maneira...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks