Posts com a tag: vôlei

Vôlei de praia – medalhas vem aí

Londres 2012 verá outro momento do nosso esporte.

Desde que entrou no programa olímpico em Atlanta 96, sempre o Brasil subiu no pódio.

Em 96 fez a final feminina com Monica e Adriana (prata) caindo diante das medalhistas de ouro Jaqueline e Sandra.

Em 2004, Ricardo e Emanuel levaram o ouro.

Hoje, 2 duplas masculinas e duas femininas estão confirmadas nos Jogos.

A liderança do ranking mundial masculino é de Alisson e Emanuel.

Juliana e Larissa estão na frente do ranking feminino.

Elas têm 8.380 pontos, seguidas pelas chinesas Xue/Zhang Xi (7.880) e pelas norte-americanas Walsh/May (7.560)

As norte-americanas nem foram para o Grand Prix de Roma.

Seu foco é o tri campeonato olímpico. Mas elas já foram derrotadas no circuito por Juliana e Larissa.

A dupla Talita e Maria Elisa é a quinta colocada do ranking mundial.

Já entre os homens, Ricardo e Pedro cunha estão em sexto lugar no ranking mundial .

Assim, o Brasil lidera os dois rankings e a outra dupla está bem colocada.

Até hoje, o país conseguiu 2 medalhas de ouro, 5 de prata e 2 de bronze.

8 medalhas em 4 olimpíadas.

Em Londres, não será diferente.

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Maurício agora é imortal

mauricio lima ok Maurício agora é imortal

Vinte anos se passaram da medalha de ouro do vôlei nos Jogos Olímpicos de  Barcelona-92.

Foi a primeira medalha de ouro do esporte coletivo brasileiro.

O técnico Zé Roberto acertou o time na Liga Mundial e estourou na olimpíada.

Carlão, Giovani, Tande, Paulão, Marcelo Negrão e Maurício, o time que  jogou com uma velocidade impressionante.

O levantador é a alma do time de vôlei. Todos os ataques passam por ele.

A segunda bola, o levantamento para o ataque tem que ser preciso.

A precisão de Maurício conduziu o Brasil ao ouro no último dia das competições.

Até chegar a final, o time deu um show. Jogo mais difícil foi a semifinal contra os Estados Unidos, bi-campeões olímpicos, LA - 84 e Seul-88.

Nas semifinais, um jogo nervoso bem controlado pelo nosso armador Maurício. Vitória por 3 x 1 e decisão do ouro contra a Holanda.

Na decisão, mais um show de Maurício, que ganhou o merecido reconhecimento.

A entrada no Hall da fama do esporte mostra que o diferencial de Maurício foi reconhecido.

Um dos melhores levantadores da história do esporte e o melhor do Brasil em todos os tempos, ele mudou o jogo com maior velocidade e ousadia, principalmente nas bolas chutadas na ponta.

Naqueles dias ensolarados de Barcelona, assistimos ao Dream Team do vôlei, comandado pelo nosso craque.

A festa será em outubro, nos dias 19 e 20, em Holyoke nos Estados Unidos.

Nessa cidade o vôlei foi inventado. E em Barcelona 92, Maurício reinventou a arte de levantar.

Parabéns Maurício.

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Brasil e o vôlei de ouro

Giovane Gavio blog Brasil e o vôlei de ouro


A decisão da Superliga masculina mostrou a evolução do nosso esporte. Uma modalidade que dispensa apresentações e que tem 16 medalhas olímpicas na praia e na quadra.


Dessas 16 medalhas, cinco são de ouro: seleção masculina de 92, em Barcelona, Jaqueline e Sandra na praia, em Atlanta-96, Ricardo e Emanuel na praia, em Atenas 2004, seleção masculina em Atenas, 2004, e a equipe feminina em Pequim 2008.


Dessas cinco conquistas, apenas três vencedores estiveram em duas: O técnico Zé Roberto, campeão com os homens, em 1992, e com as mulheres, em 2008, e os jogadores Maurício e Giovane.


As duas medalhas de ouro e muita observação deram a oportunidade a Giovane, jogador notável e técnico de ponta, que faz a diferença. Ele representa uma geração que levou o esporte brasileiro para a sua primeira conquista coletiva. Imaginem, o vôlei tem cinco medalhas de ouro olímpicas e o futebol não tem nenhuma.


Planejamento e preparação fazem parte do esporte de alto nível e fizeram parte da vida de Giovane, hoje um dos grandes técnicos brasileiros. O título conquistado pelo Sesi sobre o Cruzeiro prova isso.


Hoje, ninguém tem dúvida que o vôlei vai brigar por todas as medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres 2012: masculina, feminina, dupla masculina e dupla feminina.


E os dois supertécnicos do esporte, Bernardinho e Zé Roberto, têm um jovem discípulo chegando para se tornar um grande também.


Quando deve chegar à seleção?


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Faltam menos de 200 dias para o Pan

gustavo fabiana cielo blog Faltam menos de 200 dias para o Pan


Os atletas brasileiros estão na maior expectativa. Também pudera, algumas modalidades vão para o Pan para brigar pelo ouro como o vôlei masculino e feminino, a natação, com Cesar Cielo, ou o atletismo, com Fabiana Muhrer e Marilson Gomes.


Em compensação, outros terão uma batalha pela frente.


Doze esportes estão na expectativa dos Jogos de Guadalajara. Londres 2012 depende da medalha de ouro.


Para Triatlo, handebol, tênis de mesa, tênis, canoagem, hoquei sobre grama, hipismo, pentatlo moderno,tiro esportivo, pólo aquático, saltos ornamentais e nado sincronizado. Só o pódio garante as Olimpíadas.


Mais do que isso, é o inicio do mais importante ciclo olímpico da nossa história, que começa no Pan 2011 e termina no Rio2016.


Assim muitos jovens que estarão em Guadalajara vão chegar ao Rio 2016. Atletismo e natação podem se qualificar por índice para Londres 2012.


Raros são os atletas como Joaquim Cruz , que se tornou campeão olímpico antes de ser campeão panamericano.


Abaixo, Joaquim, que acendeu a pira panamericana no Maracanã, na abertura do Pan 2007.



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2016 é antes de 2012?

premio brasil olimpico blog 2016 é antes de 2012?


Pelo menos essa foi a sensação de quem acompanhou o Prêmio Brasil Olímpico de 2010, direto do MAM, no Rio.


Em meio a dezenas de premiados de várias modalidades e muitos discursos, apenas uma vez foram citados os Jogos Panamericanos de Guadalajara 2011 e as Olimpíadas de Londres 2012.


Por quê?


Dá a impressão de que o esporte brasileiro só vai disputar as Olimpíadas do Rio, em 2016, e os outros eventos serão depois.


Faltam 303 dias para o início dos Jogos de Guadalajara, onde o Brasil vai dar um banho na conquista de medalhas nos esportes individuais e coletivos.


Esforço dos nossos atletas que tiveram um grande ano em 2010 e foram reconhecidos no Prêmio Brasil Olímpico.


Entre as mulheres, Fabiana Murer voou mais alto no mundo. Campeã mundial indoor e vencedora da Liga de Diamante, a mais importante competição do Atletismo. Por isso, Fabiana foi a atleta do ano no Brasil.


No masculino, Murilo, do vôlei, deixou para trás Cesar Cielo e o judoca Leandro Guilheiro.


A conquista de Murilo coroou o ano do vôlei, que foi tricampeão mundial.


Tudo certo, tudo bem. A única coisa errada foi o esquecimento dos mega eventos que vem por aí e são o foco do governo brasileiro e seu investimento esportivo.


Tomara que a falta de omissão não seja porque a Record transmitirá, com exclusividade, essas competições. Porque, se for esse o caso, é melhor pensar numa outra transmissão do Brasil Olímpico no próximo ano após as medalhas do Pan e antes de Londres 2012.


Só para lembrar, o caminho para Rio 2016 passa por Londres 2012, queiram ou não.


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Show do Brasil no vôlei feminino

O mundial do Japão está revelando uma nova cara das campeãs olímpicas de Pequim 2008 - A renovação. As caras novas não param de chegar ao time feminino e a eficiência é incontestável: 9 jogos e 9 vitórias.

A última delas, contra os Estados Unidos, por 3 sets a 1. Nesses jogos, o Brasil bateu adversários difíceis como Alemanha, Itália e Cuba.

As mulheres brasileiras têm mostrado a sua força nos últimos tempos. É só voltar a Pequim 2008 - 3 medalhas de ouro conquistadas pelo nosso país, duas foram das mulheres e a outra foi a de César Cielo.

Maurren Maggi no salto em distância e esse time de vôlei feminino, com Paula Pequeno. A outra medalha feminina bateu na trave com o futebol feminino e a melhor do mundo, Marta.

Na equipe de Pequim 2008, o técnico Zé Roberto tinha Fofão levantando. Uma das melhores da história. No time atual, ele tem Fabíola, que cresceu no mundial, gostou do jogo e comanda as campeãs.

 Japão g 20101110 Show do Brasil no vôlei feminino

Zé Roberto Guimarães é um predestinado. Jogador da seleção brasileira nas Olimpíadas de Montreal - 76, foi o técnico do time masculino na primeira conquista do ouro, em Barcelona - 92.

Na época, colocou Carlão para bloquear o meio, mas em uma das passagens de rede, ele atacava para Marcelo Negrão bloquear. Foi a primeira medalha de ouro de um esporte coletivo brasileiro e o início de uma nova era.

Hoje  Fabíola é a levantadora, com Sheilla e Natália atacando e Jaqueline como a principal pontuadora. Importante, a seleção joga pouco com o meio de rede. Fabiana e Thaísa bloqueiam muito e quase não atacam.  

Contra os Estados Unidos, Jaqueline marcou 18 pontos, Natália e Sheilla, 15 pontos cada. Agora o Brasil depende de uma vitória para chegar à decisão.

Sábado, contra o Japão, a definição dessa geração que está empolgando o mundo, em um esporte com domínio total do Brasil.

Mais do que nunca, aqui é país do vôlei.

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Brasil – O melhor vôlei do mundo

volei selecao campea blog Brasil   O melhor vôlei do mundo

Enfim, a grande final contra Cuba, que não evitou adversários e demoliu seus oponentes, inclusive o Brasil, na fase de classificação.

Esta foi a maior batalha do Brasil na era Bernardinho. Um campeonato com problemas, contusões de levantadores e regulamento confuso. Um campeonato que se perdeu para ganhar. Ou melhor, perdeu jogo para escolher adversário.

Na semifinal contra a Itália, o verdadeiro Brasil entrou em quadra. Na final contra Cuba, o saque apareceu. A arma mortal.

Até então, nesse mundial, a seleção brasileira não tinha exibido um saque devastador, mas ele finalmente apareceu. Os saques violentos quebraram a recepção cubana, que teve que jogar com bolas marcadas, fáceis para serem interceptadas pelo bloqueio brasileiro.

O fundamento abalou os cubanos, que nunca jogaram na frente do marcador e perderam os três sets por 25-22, 25-14 e 25-22.

O resultado calou a torcida italiana, que teve que amargar a derrota para a Sérvia pelo terceiro lugar. A Itália viu o Brasil se tornar tricampeão com três títulos consecutivos: 2002, 2006 e 2010. Três brasileiros fizeram parte dessas conquistas: Rodrigão, Dante e Giba.

Leandro Vissoto jogou muito na semifinal e contra Cuba – ele foi campeão mundial juvenil, júnior e adulto. Seu desempenho foi como o de Marcelo Negrão, que jogava na seleção brasileira juvenil e adulta ao mesmo tempo.

Murilo foi o MVP, o melhor jogador do campeonato, o mais valioso. Mais do que nunca, nesta década, o Brasil é o país do vôlei.

Tricampeão mundial. Campeão olímpico em Atenas, em 2004, e prata em Pequim, 2008.

Bernardinho comandou a década mais vitoriosa de um esporte coletivo na história do país. Um técnico estudioso, motivador, que busca a perfeição em tudo, mas que também sabe que a repetição e a transpiração levam à conquista.

Como no seu livro, Bernardinho transformou suor em ouro.

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Brasil x Itália- A batalha de Roma

A cidade eterna será o palco do maior desafio desse mundial de vôlei entre italianos e brasileiros.

De um lado, os brasileiros que reclamaram da tabela e até "amoleceram" o jogo com a Bulgária. Mas que depois jogaram sério e eliminaram a República Checa e Alemanha.

A mesma Alemanha, que vencera dois amistosos contra o Brasil em Heidelberg e  tomou o caminho de Modena para disputar o quinto lugar.

Só que a Itália é outra história.

Nos anos 90 foi a melhor equipe do mundo: oito vezes campeã da Liga Mundial; vice olímpica em Atlanta (1996) e Atenas (2004) e campeã mundial em 1990,1994 e 1998. Só o Brasil tem mais títulos da Liga Mundial que a Itália.

Hoje as duas seleções são muito diferentes daquela final olímpica de Atenas, quando o Brasil deu um show: venceu por 3 x 1 superando o melhor bloqueio do mundo, na época.

Uma medalha de ouro que foi o resultado de um planejamento, trabalho pesado e sacrifício.

Trabalho que pode levar o Brasil a vitória na semifinal e até ao título do campeonato no domingo (9). Mas esse será o mundial de vôlei marcado pelos jogos e resultados de conveniência.

Uma pena.

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Mundial de Vôlei: Brasil entrega o jogo

theo volei blog Mundial de Vôlei: Brasil entrega o jogo

O camisa 9 Theo atua como oposto



No dia 2 de outubro de 2009, o Brasil festejou a conquista da sede olímpica para o Rio-2016. Ontem, sábado (2), o vôlei brasileiro entregou o jogo para a Bulgária e escolheu os adversários.

Mas o que está acontecendo no mundial de vôlei da Itália?

Muito simples. Os italianos e a federação internacional fizeram um campeonato com chances de recuperação em chaves de três, ao invés dos confrontos diretos eliminatórios, como nas Olimpíadas.

A Itália fez isso para escolher adversários e voltar à hegemonia mundial do esporte. Os italianos têm oito títulos da Liga Mundial e dominaram o esporte nos campeonatos mundiais de 1990, 1994 e 1998.

Cenário construído e uma surpresa: a República Checa vence os Estados Unidos. Visivelmente, os norte-americanos entregaram o jogo.

E Rússia e Espanha?

Os russos ganhavam por 2 x 0, então o técnico mudou o time e tomou a virada da Espanha, 3 x 2. Na armação da tabela, se os resultados fossem normais, o Brasil terminaria como primeiro do grupo N e jogaria com o primeiro colocado do grupo I, a Rússia e o segundo do grupo e H, Cuba.

Três favoritos ao título amontoados para apenas um passar as semifinais. Depois das derrotas dos Estados Unidos e da Rússia, foi a vez do Brasil.

Mas a Bulgária também queria entregar. Tanto que não escalou Zhekov (levantador) e Salparov (líbero) e, durante o jogo, tirou Mikhaylov e o atacante Kaziyski ficou no banco.

Com apenas um levantador no mundial, Bruninho, o Brasil improvisou Théo na posição. E qualquer pessoa com conhecimento mediano do esporte sabe que não se ganha jogos de alto nível sem levantador.

 A evolução do esporte levou ao esquema 5 x 1, com cinco atacantes e um levantador. Toda a armação de jogada passa por ele. É a alma de uma equipe. Sem o armador de oficio é impossível vencer. E foi o que aconteceu.

Ocorre que a Bulgária também queria perder e todos ficaram expostos.

Os italianos ficaram alucinados junto com o resto do mundo.

A farsa expôs o bicampeão do mundo, o Brasil. Afinal, até os bicampeões mundiais escolhem adversário?

Cuba venceu o Brasil na classificação e os cubanos sempre jogam bem.

Nas finais da Liga Mundial em 1994, o Brasil do técnico Zé Roberto venceu Itália e Cuba por 3 x 0, em Turim, e nas semifinais em Milão, perdeu para os cubanos por 3 x 2. Na época, o Brasil era o campeão olímpico de Barcelona, em 1992, e vencedor da Liga Mundial, em 1993.

Os 3 x 0 da Bulgária tiveram repercussão internacional e o peso do Brasil no ranking da modalidade foi decisivo.

Giba declarou que foi uma mancha negra na sua carreira.

O super técnico Bernardinho disse que todos tem que ver o que está acontecendo nesse mundial. Mas foi horrível para ele.

Mas a legenda do capitão búlgaro foi a mais forte: “Ainda não entendi o motivo do medo do Brasil em enfrentar a pequena Cuba e isso não é ironia. É uma afirmação.”

Brasil jogará em Roma, local das finais, contra a República Checa e a Alemanha. Fugiu de Cuba, mas vai encarar a Alemanha, que venceu a seleção de Bernardinho duas vezes antes do mundial.

E agora, o feitiço pode virar contra o feiticeiro.

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O ano dos mundiais

volei masc mundial blog O ano dos mundiais

Nesse ano de Copa do Mundo da África, todas as federações organizam seus campeonatos mundiais. A única exceção foi o atletismo, que em 2010 teve o mundial Indoor, em Doha, com mais um show do jamaicano Usain Bolt e com o ouro de uma brasileira. Fabiana Murer voou 4,80 m no salto com vara e se tornou a primeira saltadora brasileira a ir tão alto.

Mas o ritmo dos campeonatos do mundo é frenético. A Copa do Mundo parou o planeta. O planeta Bola. E o basquete? A Turquia organizou um torneio inesquecível. Os brasileiros foram aos trancos e barrancos, mas se deram bem com a vitória dos homens dos Estados Unidos, que garantiram duas vagas no pré-olímpico das Américas. Os EUA  já se classificaram para as Olimpíadas de Londres 2012. Sobraram duas vagas e Brasil, Argentina, Canadá, México e Porto Rico vão brigar por elas. As mulheres estão na República Checa para seu mundial de basquete.

O vôlei feminino já se prepara para seu campeonato no Japão. O Brasil jogou com os EUA  numa série de amistosos  para Zé Roberto definir as jogadoras que irão para a Ásia. Contusão nessa época é fatal. Já o masculino, no mundial da Itália, foi bem nos primeiros jogos e o time está acertando no campeonato mais equilibrado das últimas décadas. Bruninho pintou como o grande levantador do momento e Rodrigão dominou os bloqueios.

No ano dos mundiais, o vôlei é a grande esperança. Mais uma vez.

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