Posts com a tag: tênis

O tênis no Aberto da Austrália

De um lado Rafael Nadal e seu preparo físico.

Do outro lado da quadra, Roger Federer e sua genialidade.

Mais uma vez, deu a lógica. Nadal venceu.

Pera aí ? Como deu a lógica?

nadal O tênis no Aberto da Austrália
Mesmo sendo o melhor da história, Federer não acerta com Nadal que sempre vence.

Federer tem mais facilidade com Djokovic, mas é freguês de Nadal.

Atual campeão olímpico, Rafael Nadal se preparou para esse ano de 2012.

Primeiro para jogar bem o início da temporada.

Segundo porque quer o bi campeonato olímpico.

federer O tênis no Aberto da Austrália

O primeiro grande passo já foi dado, o espanhol está na final do Australian Open.

O resto do ano vai depender do calendário estafante e da condição física.

Mas numa coisa todos concordam: Rafa Nadal tem o melhor preparo físico do circuito.

Isso tem.

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Djokovic, enfim número 1

O tênis tem um novo rei e ele vem da Sérvia.

Novak Djokovic não tirou férias entre as temporadas.Treinou nas montanhas e foi para o Aberto da Austrália.

Lá em Melbourne jogou num patamar acima de todos e bateu Andy Murray na final por impressionantes 3 x 0.  Aí vieram os comentários de que ele não teve adversários bem preparados.

Dois meses depois,nos principais Masters Series no saibro, ele detonou Rafael Nadal em duas finais,Madri e Roma. Detalhe: no saibro, o piso favorito de Nadal.

Djokovic estava invicto na temporada até o início de Roland Garros, mais conhecido Grand Slam pelos brasileiros, onde Guga venceu três vezes.

Nas semis encontrou um Roger Federer como nos melhores dias. Aí ficou complicado e Federer conquistou a vitória e a vaga na final,que perdeu para Nadal.

djokovic number1 350x450 Djokovic, enfim número 1

Djoko continuou sua saga em busca da primeira posição no ranking. Foi devastador em Wimbledon até a grande final, quando bateu Nadal por 3 sets a 1.

O mais impressionante de tudo é que Djokovic perdeu apenas um jogo no ano. A semifinal para Federer em Roland Garros.

Agora, sem ninguém pela frente, começa o circuito de quadras rápidas antes do Us Open. E com ele, grandes torneios Master Series como Los Angeles,Toronto, Indianapolis. Eventos que podem fazer a diferença rumo a Nova York o Aberto dos Estados Unidos, último grande torneio do ano.

Djokovic, o novo rei do tênis, que poderá dominar o mundo durante um bom tempo. É a mudança nescessária no esporte.

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Eu vi Nadal. Eu vi Bjorn Borg

tênis nadal hg 20110605 Eu vi Nadal. Eu vi Bjorn Borg

Roland Garros entrou para o mapa do nosso tênis com os três títulos do Guga. O torneio com seu glamour entrou para o imaginário dos brasileiros que imaginavam o verão em Paris.

Os triunfos do Guga Kuerten foram mostrados pela TV Record com o grande Rui Viotti na narração, principal responsável pela minha paixão no tênis.

Antes do tri-campeão Guga tivemos outros com três títulos nos anos 80, como Ivan Lendl e Matts Wilander. E antes deles tivemos um hexa-campeão: Bjorn Borg.

Seis campeonatos em Roland Garros e cinco em Wimbledon transformaram o sueco Borg num dos maiores jogadores de todos os tempos. Seu primeiro título no aberto francês veio em 1974, quando tinha apenas 17 anos.

Todos os analistas daquele tempo afirmavam que ninguém mais chegaria ao hexa com tantos jogadores eficazes surgindo. Isso até Rafael Nadal.

Aos 25 anos de idade recém completados, o espanhol não conhece limites no saibro, a mais lenta das superfícies. A final de 2011 contra o maestro suiço Roger Federer mostrou isso.

Nadal tinha dois adversários: Federer e o ranking mundial. Sim, porque se perdesse ficaria em segundo, atrás de Novak Djokovic.

O vencedor levou um milhão e duzentos mil euros. Federer ficou com a metade, 600 mil euros.

Mais importante que o dinheiro foi o sexto título. Nadal se igualou a Borg e tudo indica que chegará ao sétimo título antes do final da sua carreira.

Rafa Nadal é o atual campeão olímpico, título conquistado em Pequim 2008. A medalha de ouro foi vista por mais de 1 bilhão de pessoas na China e no resto do mundo.

A maior audiência da história do tênis. Nada mal para Nadal, que sonha em se tornar o maior de todos os tempos. O número um da história.

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E o tênis brasileiro?

Thomaz Bellucci blog E o tênis brasileiro?

Thomaz Bellucci era o mais bem ranqueado em Chennai, Índia



Essa semana foi negra para o tênis e a sua principal competição entre países, a Copa Davis.

O Brasil foi para Chennai, na Índia, para tentar sua volta para o Grupo Mundial, que tem Suíça, França, Argentina, Sérvia, Estados Unidos, entre outros. Tem também a Espanha, de Rafael Nadal.

Há anos o tênis brasileiro tenta voltar à elite, mas dessa vez tudo começou bem.

A Davis é um confronto entre países com cinco jogos: duas simples no primeiro dia, dupla no segundo e os dois jogos de simples restantes no terceiro dia. Cada jogo vale um ponto.

A história é caprichosa. O Brasil já tinha encarado a Índia em 1967, na semifinal mundial. Eram outros tempos, e nosso time jogava por música - os gaúchos Thomaz Koch e Edson Mandarino.

Para chegar à Índia, eles tinham despanhado os EUA, com Dennis Ralston, e o grande Arthur Ashe, campeão de Wimbledon, que dá nome a principal quadra do US OPEN.

Mas Koch e Mandarino não resistiram aos indianos, que jogaram na grama, e o Brasil foi derrotado.

Só que o Brasil de 2010 saiu na frente - duas vitórias no primeiro dia (2 x 0). Bastava mais uma vitória para o Grupo Mundial. Aí começou o amargo pesadelo.

Nas duplas, a esperada vitória da Índia sobre Marcelo Melo e Bruno Soares. Brasil 2 x Índia 1.

Aí, o jogo entre Somdev Dewarman contra o número 1 do Brasil, Thomaz Bellucci, 27º do ranking da ATP. Isso mesmo, 27º de um ranking que tem Nadal em primeiro, Djokovic em segundo e Federer em terceiro.

Bellucci não aguentou. Depois de perder o primeiro set no tie break, ele estava mal e o especialista em duplas Dewarman chegou aos 4 x 0.

Aí aconteceu algo que nunca o Brasil tinha passado. O abandono de um confronto. Bellucci desistiu. O mais bem ranqueado em Chennai abandonou o jogo. Aí a série ficou empatada em 2 x 2.

Ricardo Mello, abatido com o que presenciou, não resistiu ao indiano Bopana e perdeu por 3 sets a zero (parciais de 6-3, 7-6 e 6-3).

Resultado final: três vitórias para a Índia, duas para o Brasil.

A Índia vai para o Grupo Mundial, enquanto o Brasil volta para a zona americana e começa tudo de novo.

Começar de novo é nome de música, mas retrata o panorama do tênis brasileiro, que já viveu dias de glória com Guga e Maria Esther Bueno.

Na década de 90, o país tinha quatro torneios ATP e via algus dos melhores jogadores do mundo. Hoje, o único ATP, o Brasil Open é realizado na Costa do Sauípe, longe dos grandes centros e do público.

A esperança é a Arena do Tênis, que será construída no Rio para as Olimpíadas de 2016. Isso e os programas do Comitê Olímpico, que buscam talentos jovens, porque não dá para ficar como está.

Não dá.

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