Publicado em 15/06/2011 às 10h21
Santos driblou o vulcão, mas passa pelo Peñarol?
Em 99 anos de existência, o Santos tem um dos mais importantes confrontos da sua história.
O Peñarol tem uma história de conquistas com times fantásticos. Lá jogaram Abadie, Figueroa, Forlan, Spencer e o grande Pedro Rocha.
Dois mundiais interclubes e cinco Libertadores fazem parte do acervo de conquistas.
Em 1962, os dois gigantes sul-americanos decidiram a Libertadores e o Santos de Pelé levou a melhor. Hoje os dois times são bem diferentes.
O Peñarol tem um time aguerrido que eliminou vários favoritos - Inter de Porto Alegre, La U e o argentino Velez Sarsfield. Martinuccio é o principal jogador do time uruguaio, que tem uma defesa bem fechada.
Santos tem Neymar e o jogo mais importante da sua carreira até aqui. Jogar no Centenário com dezenas de milhares de fanáticos gritando não é para qualquer um.
A defesa santista está desfalcada. É fraca e sente a pressão. O meio-campo é muito superior e se estiver bem posicionado pode garantir o placar.
Como o gol marcado fora de casa não vale na final, Peñarol vai atacar com tudo sabendo que o Santos não conta com Edu Dracena, Léo, Maikon Leite e Ganso.
Já o Santos vai jogar tudo em Neymar e torcer para a jovem estrela decidir. Perder no Uruguai é a lógica. Empate é ótimo.
Vitória no Centenário pode botar a mão na taça. É o Brasil na decisão da Libertadores.
Veja mais:
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7
- Espalhe por aí:
- Imprimir:
- Envie por e-mail:









