Publicado em 07/06/2011 às 07h30
Adeus, Fenômeno. Obrigado, Ronaldo
O maior artilheiro da história das Copas diz adeus à camisa pentacampeã.
Depois da era Pelé-Garrincha foi a geração de Romário-Ronaldo que venceu duas Copas do Mundo.
A nossa história da bola é precisa.
Títulos em 1958, 62 e 70, com Pelé e Garrincha nos primeiros mundiais. Em 70, com um time bem preparado e com Pelé aos 29 anos, o tri foi uma conseqüência do melhor futebol do mundo na época.
Depois dessas três conquistas, veio o jejum só quebrado em 1994 pela geração de Romário-Ronaldo .
Ronaldo esteve nas finais de 94, 98 e 2002. Ele e todo um grupo de jogadores que conseguiram fazer o futebol brasileiro voltar a ser respeitado.
Ronaldo foi eleito o melhor do mundo três vezes: 1996, 97 e 2002. Por onde ele passou, deixou as marca.
Jogou em clubes rivais como Milan e Inter, na Itália. Ou Barcelona e Real Madrid, na Espanha. Sempre respeitado.
Foi bronze nas Olimpíadas de Atlanta. É o maior artilheiro da história das Copas.
Com quatro gols na França, em 1998, oito na Copa da Ásia, em 2002, e três na Alemanha, em 2006, ele soma 15 gols.
Ganhou todos os prêmios europeus e agora se despede da camisa que mais amou.
Vai Ronaldo, o craque.
Fica Ronaldo Nazário, o empresário.
Afinal , sua história no planeta bola está longe de terminar.
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