Publicado em 27/09/2010 às 12h01
O ano dos mundiais
Nesse ano de Copa do Mundo da África, todas as federações organizam seus campeonatos mundiais. A única exceção foi o atletismo, que em 2010 teve o mundial Indoor, em Doha, com mais um show do jamaicano Usain Bolt e com o ouro de uma brasileira. Fabiana Murer voou 4,80 m no salto com vara e se tornou a primeira saltadora brasileira a ir tão alto.
Mas o ritmo dos campeonatos do mundo é frenético. A Copa do Mundo parou o planeta. O planeta Bola. E o basquete? A Turquia organizou um torneio inesquecível. Os brasileiros foram aos trancos e barrancos, mas se deram bem com a vitória dos homens dos Estados Unidos, que garantiram duas vagas no pré-olímpico das Américas. Os EUA já se classificaram para as Olimpíadas de Londres 2012. Sobraram duas vagas e Brasil, Argentina, Canadá, México e Porto Rico vão brigar por elas. As mulheres estão na República Checa para seu mundial de basquete.
O vôlei feminino já se prepara para seu campeonato no Japão. O Brasil jogou com os EUA numa série de amistosos para Zé Roberto definir as jogadoras que irão para a Ásia. Contusão nessa época é fatal. Já o masculino, no mundial da Itália, foi bem nos primeiros jogos e o time está acertando no campeonato mais equilibrado das últimas décadas. Bruninho pintou como o grande levantador do momento e Rodrigão dominou os bloqueios.
No ano dos mundiais, o vôlei é a grande esperança. Mais uma vez.
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