Publicado em 08/04/2010 às 07h52
O erro é humano, a perfeição é divina
A ginástica artística permite que algumas atletas atinjam a perfeição. Por alguns momentos. Nesse novo milênio, quem provou esse sabor foi uma brasileira: Daniele Hypólito...
Em 2001, medalha de prata no solo do Mundial de Ginástica. Em 2004, vice-campeã da Copa do Mundo na trave e no solo. Nesse mesmo ano, na etapa da Copa do Mundo no Rio, medalha de ouro na trave.
Atleta excepcional, Daniele foi muito jovem para o Flamengo, que lhe deu todo o apoio, como salário e moradia. O pai era o motorista do ônibus do clube e a mãe costureira. Assim, ela propiciou que Diego tivesse acesso a ginástica.
Sem Daniele não teriam aparecido Daiane, Jade e o próprio Diego. Ela impulsionou a ginástica do Brasil como ninguém. Agora, a ginástica do Flamengo foi afogada pela natação com a redução de custos e salários.
Uma reengenharia injusta para Jade, Diego e Daniele, que esperam tempos melhores no clube mais popular do Brasil.
Veja mais:
+ Bruna Leal disputa final do Mundial de Ginástica
+ Brasileiras competem no Mundial de Ginástica Artística
+ Acompanhe a cobertura da Copa 2010 no R7
+ Todos os blogs do R7
- Espalhe por aí:
- Imprimir:
- Envie por e-mail:









