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publicado em 30/04/2012 às 05h30:

Barrichello recebe dicas de japonês voador para correr as 500 Milhas de Indianápolis

Takuma Sato também migrou da Fórmula 1 para a Indy e teve problemas nos ovais

André Avelar e Diego Ribas, do R7


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Passada a emoção de correr em casa na São Paulo Indy 300, o próximo desafio de Rubens Barrichello é encarar um circuito oval. E, logo de cara, o estreante piloto tem pela frente a tradicional 500 Milhas de Indianápolis – para muitos, até mais importante que vencer o Mundial.

Antes de ingressar na Fórmula Indy, quando ainda estava negociando sua permanência na Fórmula 1, Barrichello dizia que um “contrato familiar” o impedia de guiar em ovais. Apesar do sonho, falava mais alto o receio da mulher quanto aos históricos acidentes. Sem vaga na Williams, a paixão pela velocidade falou mais alto em casa.

– Já tentaram me enterrar várias vezes. Se gostar do tal do oval, vou até os 67 anos. Se não gostar, no ano que vem estou sentado aí [junto dos jornalistas]. Não sei ainda o que esperar, mas terei meu coach [Tony Kanaan]. Ele vai sentar no meu carro e dar dez voltas para ver como está. Não sei como vai ser. Sempre fui fã de curva de velocidade. A gente nunca esquece.

ÁLBUM: Veja as imagens da São Paulo Indy 300

Um que passou por essa mesma experiência de Barrichello e hoje colhe os louros de um bom resultado, o japonês Takuma Sato ainda lembra em detalhes da sua primeira vez em um oval. O piloto da modesta Rahal Letterman Lanigan Racing saiu da 25ª colocação e chegou na terceira posição na São Paulo Indy 300.

– Aquele dia foi um muito especial para mim. Sabia que ovais eram diferentes de tudo o que fazíamos. Estávamos 340 km/h em Monza, mas em oval eu entrava em uma curva e achava que não ia conseguir. Mas quando você vai para a corrida, precisa aprender bastante coisa. Hoje tenho duas temporadas com experiência e agora me sinto pronto para tentar coisas novas.

Sato esteve na Fórmula 1 de 2002 a 2008, nunca em uma equipe de grande expressão. Rodou por Jordan, BAR e Super Aguri até correr as 500 Milhas de Indianapolis, justamente com a KV Racing, equipe de Barrichello.

Perguntado após a entrevista coletiva oficial sobre quem é o melhor piloto japonês da atualidade, Sato desconversou e disse que nunca competiu com Kamui Kobayashi, que faz sucesso na Fórmula 1 com a Sauber.

– Os japoneses sofrem muita pressão no automobilismo, mas neste momento eu me sinto confortável [risos]. Isso é muito bom para o Japão como um todo. Quando eu era criança, era muito fã do Ukyo Katayama porque ele dirigia muito forte, era muito agressivo, gostava e até hoje me inspiro nele.

A Fórmula Indy este ano conta com apenas cinco das 16 etapas em circuitos ovais. As 500 Milhas acontecem em 27de maio.

 

Veja as respostas do quiz


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